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Inteligência

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Quando se fala de inteligência, as primeiras coisas em que as pessoas são testes de QI, problemas matemáticos, memorização e charadas de lógica. Um pensamento bem limitado, portanto. A inteligência é muito mais que isso, pois pode se expressar de muitas formas.

Pessoas com facilidade de memorização, habilidosas com números ou espertas com questões do tipo “a mãe de Maria tem cinco filhas: Alda, Helga, Hilda, Olga e …” são tomadas como inteligentes em detrimento de outras. Existe até um site aí, mantido por uma cara que tem nome de fruta no sobrenome, que se vangloria por um índice alto obtido em um tal teste de QI, que concentra somente questões envolvendo números, complexidades lógicas e memorização. Grande bobagem.

Existem pessoas que possuem outras destrezas. Por exemplo, a habilidade emocional, a capacidade notável em culinária ou costura, o destaque em esportes ou jogos. E muito mais. E não acredito que a inteligência possa ser medida e comparada. No máximo, pode-se fazer isso com um tipo de inteligência, como apontar o melhor jogador de xadrez do mundo ou, como o tal de Melancia (ou outra fruta parecida) lá do outro site, a pessoa que tem o maior índice do tal QI.

O cérebro é o nosso órgão principal responsável pela nossa inteligência. Em algumas pessoas, desenvolve essa tão badalada inteligência que dá bons pontos de QI. Em outras, o destaque ocorre em tantas outras atividades. E a habilidade de cada um sempre se demonstra como alguma coisa que a pessoa gosta de fazer.

A grande verdade é que, em qualquer caso, devemos tratar bem desse nosso tão importante “dispositivo”, que, além de nos proporcionar uma capacidade que pode nos diferenciar, controla todo o resto do corpo. Devemos sempre deixá-lo bem treinado. E é nesse contexto que trago algumas sugestões para deixar seu cérebro bem treinado, independente da área de inteligência com a qual você mais se identifica. Portanto, concito a todos fazer treinamentos para deixar o cérebro mais arisco.

Ah! Importante! Além das vantagens óbvias, uma coisa que muita gente não sabe é o efeito colateral positivo para a saúde. O cérebro é o órgão que mais consome glicose no corpo. Portanto, quanto mais você usar, menos preocupação com coisas como diabetes ou aquele esquema do organismo achar açúcar sobrando e transformá-lo em banha à espera da próxima era glacial…

Não acredita?

Bem depois que elaborei as ideias e publiquei esta página, entraram na moda umas correntes nas redes sociais falando do mesmo assunto. Alguma coisa do tipo "ADEUS AO ALZHEIMER, simples e eficaz", você já deve ter visto no WhatsApp. Eu ainda não tinha conhecimento, mas, pelo visto, esse tipo de pesquisa já existia há algum tempo. Existe até um nome (neuróbica). E, sobre as várias formas de inteligência, existem estudos sobre inteligências múltiplas. Só procurar tudo isso no Google!

Um esclarecimento

Para começar de forma inteligente com as palavras, esclareço o que chamo de canhoto. Eu gosto de ir a fundo na origem da palavra. Para a maioria, canhoto é aquele que escreve com a mão esquerda, chuta com o pé esquerdo etc. Mas saiba que essa cara é sinistro. Sinistro que é o oposto de destro.

Nos tempos antigos, as pessoas alimentavam muitos temores em relação a coisas diferentes, não comuns. A maioria das pessoas usam mais a mão direita nas tarefas cotidianas, como escrever. São destras, palavra derivada do latim. As pessoas com maior habilidade na esquerda eram corretamente chamadas de sinistras, palavra também oriunda do latim. Como essas pessoas causavam espanto nas outras, começaram a ser tomadas como erradas (“do mal”), verdadeira origem da palavra canhoto. Com o tempo, a palavra canhoto ficou fortemente ligada à habilidade com o lado esquerdo e, para a palavra sinistro, restou o significado colateral que adquiriu de coisa esquisita, diferente, inusitada, estranha.

Portanto, quando digo “mão canhota”, estou me referindo à esquerda para os destros ou à direita para os sinistros… Resumindo, é a mão “errada” (ou trocada) da pessoa.

O treinamento cerebral

A seguir, alguns exemplos de exercícios. Alguns eu que elaborei e outros eu tirei de ideias do cotidiano.

Estes são ideias que você já recebeu por WhatsApp (agradeço as contribuições e concordo):

Segundo as informações que circulam por aí e podem ser confirmadas em sites, a idéia é mudar a rotina de comportamento. No geral, ver coisas invertidas ou de cabeça pra baixo já é bem eficiente. Na verdade, tão bom quanto mudar o relógio de braço é colocá-lo virado; ou, melhor ainda, fazer os dois!

Bom, você já entendeu. E, se achou esquisita a frase na primeira linha do texto, já decifrou:

o boi polpudo ouviu o duplo uivo do lobo vivido

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